A internet foi um dos principais personagens do cenário político mundial no último ano. Impulsionado pelo fenômeno Barack Obama, que teve como principal aliado durante a campanha os recursos da tecnologia 2.0, a Web começa a despontar no Brasil como um canal essencial para a comunicação entre governo e cidadão.
Um exemplo prático dessa aproximação vem sendo realizado desde o início do ano pelo governo do Distrito Federal, que escolheu o You Tube como a mais nova ferramenta de trabalho do governador José Roberto Arruda e seus secretários.
Por meio do Canal GDF TV, ele responde perguntas da população, presta contas e incentiva o debate de idéias sobre questões relativas à administração pública. Nos vídeos, Arruda é questionado sobre temas polêmicos relacionados a segurança, educação e outros temas que preocupam os moradores da região. O canal é aberto para comentários dos internautas, dentro de regras da boa convivência que garantem o alto nível do debate.
Por ser uma cidade conectada, Brasília, que tem proporcionalmente o maior número de internautas do País, figura como a primeira cidade do Brasil a ter esse tipo de contato com a administração pública. Tudo por meio de um canal de comunicação até então ignorado pelos governos passados. Além do baixo custo, já que utiliza uma plataforma livre e sem dúvida um dos canais mais populares da internet.
Simples e ao mesmo tempo inovadora, essa é uma estratégia que também acaba de vez com aquela antiga queixa dos eleitores de que, após a eleição, o político se esquece de conversar com as pessoas, voltando à cena somente quatro anos depois para pedir votos. Para a população, os benefícios da interatividade são bem claros: agilidade, possibilidade de opinar sobre as decisões de interesse público, informações mais claras e objetivas.
A iniciativa do espaço aberto para conversar com o GDF no Youtube é uma ação direta e transparente, na qual o objetivo é comum: debater, trocar conhecimento e construir uma cidade melhor para todos. Quando uma pessoa coloca claramente o que sente, o que precisa saber e o governante responde, milhares de pessoas se sentem atendidas. É o que pode ser percebido com esse trabalho.
O conceito de Governo Digital ou 2.0 permite pensar muito além. A internet dá aos governantes a oportunidade de promover a participação popular e a colaboração para indicar seus rumos, tomar as decisões alinhadas com as reais necessidades da população.
Pode parecer distante, mas a Web tem formas de fazer com que isso aconteça mais rápido do que conseguimos imaginar. E não depende apenas de um ou outro governante, mas do entendimento das pessoas de que esse tipo de ação é importante, possível e justa. Não é uma utopia.
O fundamental é que outros governos não tenham medo e também percebam a importância de abrir canais de diálogo com a população. Os políticos precisam enfim descobrir que as características colaborativas e interativas, que são a cara da internet, combinam perfeitamente com o exercício pleno da cidadania e democracia.
*Por Moriael Paiva - publicado no Jornal do Brasil.
segunda-feira
YouTube pode exibir filmes completos da Sony
O YouTube pode fechar um acordo com a Sony para exibir seus filmes no site, a informação foi divulgada nesta segunda-feira (06/abr/09) pela Cnet News.
Segundo informações do All Things Digital, a Sony e o YouTube fecharam um acordo em fevereiro para exibir vídeos dos artistas da empresa.
Após o anúncio oficial da parceria com a Disney, que licenciou seus conteúdos em formato reduzido para YouTube, agora chegou a vez da Sony.
A Google a Sony não comentaram oficialmente sobre o assunto.
*Com informações do IDGNow!
Segundo informações do All Things Digital, a Sony e o YouTube fecharam um acordo em fevereiro para exibir vídeos dos artistas da empresa.
Após o anúncio oficial da parceria com a Disney, que licenciou seus conteúdos em formato reduzido para YouTube, agora chegou a vez da Sony.
A Google a Sony não comentaram oficialmente sobre o assunto.
*Com informações do IDGNow!
quinta-feira
Adolescente cria player de música do YouTube
Um americano de 15 anos desenvolveu, junto com seu pai, um player de música que usa os vídeos do YouTube como biblioteca. Ao contrário de players de mídia tradicionais, como o Winamp ou o Windows Media Player, o Muziic Player reproduz as faixas diretamente do site de vídeos, ou seja, o usuário não precisa baixar os arquivos no seu PC.
David Nelson e seu pai, Mark Nelson, trabalharam durante um ano no desenvolvimento do Muziic. O programa, que pode ser baixado gratuitamente, foi lançado em 25 de fevereiro e já registrou mais de um milhão de downloads.
"Meu pai teve a idéia de criar um site de música do YouTube, mas eu disse que seria melhor usar um formato de player de mídia", disse David ao jornal britânico Telegraph.
O player permite pesquisar, organizar, ouvir e criar playlists a partir de milhões de músicas disponíveis em forma de videoclipes pelo YouTube. Segundo os criadores do Muziic, essa é a maior biblioteca de músicas da web.
Mark e David criaram o Muziic Channels Directory, um diretório alimentado por usuários que traz canais de música do YouTube classificados por gênero. Um ranking lista os canais de acordo com sua popularidade.
Outra vantagem do Muziic é ser uma forma gratuita e ao mesmo tempo legal de ouvir música na internet. Em seu site, os desenvolvedores lembram que o YouTube tem contratos com gravadoras como Universal, Sony BMG e EMI, e os artistas recebem royalties sempre que uma música é acessada.
O aplicativo pode ser baixado gratuitamente no site www.muziic.com.
Fonte: Terra Tecnologia
David Nelson e seu pai, Mark Nelson, trabalharam durante um ano no desenvolvimento do Muziic. O programa, que pode ser baixado gratuitamente, foi lançado em 25 de fevereiro e já registrou mais de um milhão de downloads.
"Meu pai teve a idéia de criar um site de música do YouTube, mas eu disse que seria melhor usar um formato de player de mídia", disse David ao jornal britânico Telegraph.
O player permite pesquisar, organizar, ouvir e criar playlists a partir de milhões de músicas disponíveis em forma de videoclipes pelo YouTube. Segundo os criadores do Muziic, essa é a maior biblioteca de músicas da web.
Mark e David criaram o Muziic Channels Directory, um diretório alimentado por usuários que traz canais de música do YouTube classificados por gênero. Um ranking lista os canais de acordo com sua popularidade.
Outra vantagem do Muziic é ser uma forma gratuita e ao mesmo tempo legal de ouvir música na internet. Em seu site, os desenvolvedores lembram que o YouTube tem contratos com gravadoras como Universal, Sony BMG e EMI, e os artistas recebem royalties sempre que uma música é acessada.
O aplicativo pode ser baixado gratuitamente no site www.muziic.com.
Fonte: Terra Tecnologia
quarta-feira
YouTube fica de cabeça para baixo
Assim como em todos os anos, o Google publicou neste 1º de abril diversas 'brincadeiras' para comemorar a data.
Entre as novidades absurdas, está uma nova forma de visualização de vídeos no YouTube. Todos os arquivos da seção 'vídeos do momento' selecionados estão aparecendo de cabeça para baixo.
Para que os vídeos fiquem na nova versão, o internauta precisa digitar “&flip=1” no final do endereço.
*Pegadinhas anteriores*
_Fonte: G1
Entre as novidades absurdas, está uma nova forma de visualização de vídeos no YouTube. Todos os arquivos da seção 'vídeos do momento' selecionados estão aparecendo de cabeça para baixo.
Para que os vídeos fiquem na nova versão, o internauta precisa digitar “&flip=1” no final do endereço.
*Pegadinhas anteriores*
_Fonte: G1
terça-feira
YouTube deve fechar acordo com Disney
A Disney negocia com o YouTube um acordo para exibição de vídeos da companhia no portal. Informações do The Wall Street Journal desta segunda-feira (30/mar/09), afirmam que o acordo já teria sido fechado e envolve videoclipes do conglomerado e conteúdo da ESPN.
De acordo com o jornal, a Disney receberia os ganhos com publicidade e, em seguida, repassaria uma parte da receita para o portal de vídeos.
No entanto, o acordo entre as companhias ainda estaria sendo negociado. Além disso, não haveria expectativa para exibição de episódios completos de programa de TV, uma vez que esse conteúdo já é distribuido pela Disney no ABC.com.
| Informações da Folha Online |
De acordo com o jornal, a Disney receberia os ganhos com publicidade e, em seguida, repassaria uma parte da receita para o portal de vídeos.
No entanto, o acordo entre as companhias ainda estaria sendo negociado. Além disso, não haveria expectativa para exibição de episódios completos de programa de TV, uma vez que esse conteúdo já é distribuido pela Disney no ABC.com.
| Informações da Folha Online |
segunda-feira
TV se arrepende por programação gratuita na web
Depois de tentar ingressar no mercado de web e disponibilizar conteúdos gratuitamente na rede, o setor de TV parece ter mudado de ideia e começado a perguntar se esse é um modelo sustentável.
Preocupadas com a proliferação dos vídeos gratuitos e serviços de download, operadoras e executivos das TVs a cabo e via satélite tentam desenvolver modelos que garantam que as pessoas continuem pagando pelas suas contas.
Entre as preocupações do mercado, estaria o crescimento da audiência dos sites de vídeos gratuitos. Apenas em fevereiro, o portal de vídeos Hulu, joint venture entre a NBC Universal e a News Corp., recebeu mais de 35 milhões de visitantes. Mesmo sendo o equivalente a uma pequena parcela dos telespectadores dos canais de TV, o resultado registrado pela comScore representa uma alta de 42% em comparação com o mês de janeiro.
Um dos sinais de que o setor estaria reconsiderando seus planos de levar a TV à web, seriam testes como os feitos pela Time Warner Cable, segunda maior operadora de cabos dos Estados Unidos, que está oferecendo um novo tipo de assinatura para conteúdos online entre clientes da HBO. Agora, os assinantes do canal podem assistir a diversos programas em seus computadores, por meio de um software e de uma senha especial.
Outras empresas, como AT&T, Comcast, DirecTV e Verizon, também têm estudado a possibilidade de oferecer conteúdos online apenas para assinantes. Além disso, as distribuidoras têm buscado produtoras de TV para negociar o acesso às programações somente para clientes das operadoras.
Para Brian Baker, presidente-executivo da Widevine Technologies, empresa de distribuição de conteúdo online, as redes ainda não sabem como faturar ao distribuir via internet. "Os anunciantes não pagam tarifas plenas pelo conteúdo transmitido na internet, e isso começa a ameaçar o relacionamento multibilionário entre as redes e as distribuidoras via cabo e satélite", afirma.
Entre as redes de TV aberta, a preocupação com a veiculação online é ainda maior. Depois de divulgarem seus esforços iniciais para distribuição dos conteúdos, as redes tentam mudar de estratégia para garatir que as receitas geradas pelas exibições tradicionais não sejam ameaçadas pelos conteúdos online.
_ Com informações do The New York Times _
Preocupadas com a proliferação dos vídeos gratuitos e serviços de download, operadoras e executivos das TVs a cabo e via satélite tentam desenvolver modelos que garantam que as pessoas continuem pagando pelas suas contas.
Entre as preocupações do mercado, estaria o crescimento da audiência dos sites de vídeos gratuitos. Apenas em fevereiro, o portal de vídeos Hulu, joint venture entre a NBC Universal e a News Corp., recebeu mais de 35 milhões de visitantes. Mesmo sendo o equivalente a uma pequena parcela dos telespectadores dos canais de TV, o resultado registrado pela comScore representa uma alta de 42% em comparação com o mês de janeiro.
Um dos sinais de que o setor estaria reconsiderando seus planos de levar a TV à web, seriam testes como os feitos pela Time Warner Cable, segunda maior operadora de cabos dos Estados Unidos, que está oferecendo um novo tipo de assinatura para conteúdos online entre clientes da HBO. Agora, os assinantes do canal podem assistir a diversos programas em seus computadores, por meio de um software e de uma senha especial.
Outras empresas, como AT&T, Comcast, DirecTV e Verizon, também têm estudado a possibilidade de oferecer conteúdos online apenas para assinantes. Além disso, as distribuidoras têm buscado produtoras de TV para negociar o acesso às programações somente para clientes das operadoras.
Para Brian Baker, presidente-executivo da Widevine Technologies, empresa de distribuição de conteúdo online, as redes ainda não sabem como faturar ao distribuir via internet. "Os anunciantes não pagam tarifas plenas pelo conteúdo transmitido na internet, e isso começa a ameaçar o relacionamento multibilionário entre as redes e as distribuidoras via cabo e satélite", afirma.
Entre as redes de TV aberta, a preocupação com a veiculação online é ainda maior. Depois de divulgarem seus esforços iniciais para distribuição dos conteúdos, as redes tentam mudar de estratégia para garatir que as receitas geradas pelas exibições tradicionais não sejam ameaçadas pelos conteúdos online.
_ Com informações do The New York Times _
sexta-feira
quinta-feira
YouTube é liberado na China após 4 dias de bloqueio
O YouTube voltou a funcionar na China após ficar quatro dias bloqueado. Internautas de Pequim e Xangai puderam acessar o site nesta sexta-feira (26/mar/09).
Durante essa semana, a imprensa oficial chinesa e o porta-voz de Assuntos Exteriores criticaram duramente um vídeo postado no YouTube com cenas de uma suposta agressão da Polícia chinesa contra tibetanos, durante as revoltas em Lhasa no ano passado. Apesar disso, o governo não reconheceu a censura do portal.
Qin Gang, porta-voz do Ministério de Exteriores, reagiu ao vídeo e afirmou que o círculo próximo o Dalai Lama "aprendeu técnicas de propaganda de alguns meios de comunicação ocidentais", e ainda disse, nessa semana, que o regime comunista não tem medo da internet.
Cerca de 300 milhões de usuários do YouTube são chineses, mesmo com o controle de conteúdo exercido pelo governo e das sanções que alguns cidadãos recebem por apresentar ideias contrárias ao regime, a China é o país com mais internautas no mundo.
Essa não foi a primeira vez que o YouTube teve problemas de acesso na China, em outubro de 2007, durante o Congresso do Partido Comunista, o portal ficou fora do ar por duas semanas.
-> Fonte: EFE
Durante essa semana, a imprensa oficial chinesa e o porta-voz de Assuntos Exteriores criticaram duramente um vídeo postado no YouTube com cenas de uma suposta agressão da Polícia chinesa contra tibetanos, durante as revoltas em Lhasa no ano passado. Apesar disso, o governo não reconheceu a censura do portal.
Qin Gang, porta-voz do Ministério de Exteriores, reagiu ao vídeo e afirmou que o círculo próximo o Dalai Lama "aprendeu técnicas de propaganda de alguns meios de comunicação ocidentais", e ainda disse, nessa semana, que o regime comunista não tem medo da internet.
Cerca de 300 milhões de usuários do YouTube são chineses, mesmo com o controle de conteúdo exercido pelo governo e das sanções que alguns cidadãos recebem por apresentar ideias contrárias ao regime, a China é o país com mais internautas no mundo.
Essa não foi a primeira vez que o YouTube teve problemas de acesso na China, em outubro de 2007, durante o Congresso do Partido Comunista, o portal ficou fora do ar por duas semanas.
-> Fonte: EFE
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