[29/jan/09]
sexta-feira
"Crise beneficiará anúncios em vídeos online", diz YouTube
O mercado mundial de vídeos online deverá ser beneficiado nesse momento de crise, segundo previsão do co-fundador do Youtube, Chad Hurley, na última sexta-feira (30/jan), no Fórum Econômico Mundial, em Davos. De acordo com o agora presidente-executivo da empresa, o rápido crescimento na demanda de vídeos na web significa que o site está atingindo audiências maiores e comercialmente mais valiosas.
O YouTube ficou famoso mundialmente ao crescer rapidamente e tornar-se o maior site de vídeos, com oferta de variedade de conteúdo que inclui desde vídeos musicais a discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Hurley afirmou que o site recebe a cada minuto mais de 15 horas de vídeo e que os números deverão crescer. Ele comparou a audiência do site com a da TV e declarou que as pessoas trocarão a televisão - que, segundo ele, não é tão mensurável - por um veículo que permite que elas atinjam audiência das mesmas dimensões, e a uma fração do custo, afirmou Chad durante a mesa-redonda.
A expectativa do mercado publicitário é que os investimentos caiam significativamente este ano conforme a recessão se espalha mundialmente. Apesar do cenário ruim, o presidente-executivo do grupo Publicis afirmou em entrevista à Reuters que a mídia digital sofrerá menos impacto do que a tradicional.
Hurley afirmou que o YouTube está testando diversos modelos publicitários, entre os quais práticas tradicionais da mídia eletrônica de massa, como os comerciais, assim como anúncios de abertura exibidos antes da execução de um vídeo. Segundo ele, é preciso experimentar.
O YouTube ficou famoso mundialmente ao crescer rapidamente e tornar-se o maior site de vídeos, com oferta de variedade de conteúdo que inclui desde vídeos musicais a discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Hurley afirmou que o site recebe a cada minuto mais de 15 horas de vídeo e que os números deverão crescer. Ele comparou a audiência do site com a da TV e declarou que as pessoas trocarão a televisão - que, segundo ele, não é tão mensurável - por um veículo que permite que elas atinjam audiência das mesmas dimensões, e a uma fração do custo, afirmou Chad durante a mesa-redonda.
A expectativa do mercado publicitário é que os investimentos caiam significativamente este ano conforme a recessão se espalha mundialmente. Apesar do cenário ruim, o presidente-executivo do grupo Publicis afirmou em entrevista à Reuters que a mídia digital sofrerá menos impacto do que a tradicional.
Hurley afirmou que o YouTube está testando diversos modelos publicitários, entre os quais práticas tradicionais da mídia eletrônica de massa, como os comerciais, assim como anúncios de abertura exibidos antes da execução de um vídeo. Segundo ele, é preciso experimentar.
terça-feira
YouTube se aproxima da produção profissional
O YouTube e a William Morris Agency, agência de Hollywood, estão próximos de fazer um acordo para que os clientes da empresa produzam vídeos especialmente para a web. A negociação teria sublinhado que os formatos de distribuição estão evoluindo na internet.
Alguns atores e outras celebridades estão criando seu próprio conteúdo para a rede, deixando pra trás o árduo processo de desenvolvimento de um programa para uma rede de TV. O acordo com o site de vídeos daria aos clientes da William Morris uma participação nos vídeos que eles criassem para o portal.
Segundo reportagem do New York Times, duas pessoas próximas às negociações - que falaram na condição de anonimato, já que estão proibidas de falar sobre o assunto - descreveram o acordo como mais uma tentativa do YouTube de profissionalizar o conteúdo do site, que em sua maioria exibe material amador, criado pelos usuários. As fontes acrescentaram que o acordo ainda não foi fechado. Os representantes da empresa não quiseram comentar o assunto.
A adição de mais vídeos por uma lista de atores, músicos e outras estrelas iria reforçar a identidade do site como uma nova fonte de informação próxima da geração de entretenimento, e poderia ajudar o Google a descobrir a resolução de um dos maiores problemas que vem enfrentando: com ganhar dinheiro com os milhões de vídeos hospedados de graça.
A audiência do YouTube é enorme. Durante a última medição, a comScore afirmou que o site tinha alcançado a marca de 100 milhões de visitantes nos Estados Unidos em outubro. Mas, por causa de copyrights, a empresa não pode colocar anúncios no vídeo que o usuário carregou, ou próximo a ele. O resultado é que o site só ganha dinheiro com uma fração dos vídeos postados no site, como os da parceria com as empresas CBS e Universal Music.
Fred Davis, um dos sócios do escritório de advocacia Davis, Shapiro, Lewit & Hayes, que assessora diversas empresas de entretenimento, como o YouTube, disse que a produção profissional é especilmente importante para empresas como o site porque ela pode atrair usuários de formas que a produção amadora não consegue fazer.
A associação com um talentosa agência mostra que o YouTube quer ser um dos principais destinos dos conteúdos de Hollywood. O patrocínio de um show ao vivo em novembro, o YouTube Live, quis mandar a mesma mensagem.
Um acordo com a William Morris seria um significante passo nessa direção. A agência representa um número grande de clientes como os atores Denzel Washington e Russell Crowe, e os produtores J.J Abrams e Michael Bay. Na semana passada, a companhia assinou um contrato com a antiga Secretária de Estado Condoleeza Rice.
Davis assinala que agências como a William Morris sempre foram ativas em cultivar criadores para projetos originais na internet.
Ele afirma que alguns dos talentos das mídias tradicionais estão procurando se expandir na web. Davis ainda diz que as pessoas sabem que a monetarização desse conteúdo ainda não está correta, mas também percebem o grande potencial que as mídias digitais possuirão quando o negócio amadurecer.
Fonte: The New York Times
Tradução: Raissa Coppola
Alguns atores e outras celebridades estão criando seu próprio conteúdo para a rede, deixando pra trás o árduo processo de desenvolvimento de um programa para uma rede de TV. O acordo com o site de vídeos daria aos clientes da William Morris uma participação nos vídeos que eles criassem para o portal.
Segundo reportagem do New York Times, duas pessoas próximas às negociações - que falaram na condição de anonimato, já que estão proibidas de falar sobre o assunto - descreveram o acordo como mais uma tentativa do YouTube de profissionalizar o conteúdo do site, que em sua maioria exibe material amador, criado pelos usuários. As fontes acrescentaram que o acordo ainda não foi fechado. Os representantes da empresa não quiseram comentar o assunto.
A adição de mais vídeos por uma lista de atores, músicos e outras estrelas iria reforçar a identidade do site como uma nova fonte de informação próxima da geração de entretenimento, e poderia ajudar o Google a descobrir a resolução de um dos maiores problemas que vem enfrentando: com ganhar dinheiro com os milhões de vídeos hospedados de graça.
A audiência do YouTube é enorme. Durante a última medição, a comScore afirmou que o site tinha alcançado a marca de 100 milhões de visitantes nos Estados Unidos em outubro. Mas, por causa de copyrights, a empresa não pode colocar anúncios no vídeo que o usuário carregou, ou próximo a ele. O resultado é que o site só ganha dinheiro com uma fração dos vídeos postados no site, como os da parceria com as empresas CBS e Universal Music.
Fred Davis, um dos sócios do escritório de advocacia Davis, Shapiro, Lewit & Hayes, que assessora diversas empresas de entretenimento, como o YouTube, disse que a produção profissional é especilmente importante para empresas como o site porque ela pode atrair usuários de formas que a produção amadora não consegue fazer.
A associação com um talentosa agência mostra que o YouTube quer ser um dos principais destinos dos conteúdos de Hollywood. O patrocínio de um show ao vivo em novembro, o YouTube Live, quis mandar a mesma mensagem.
Um acordo com a William Morris seria um significante passo nessa direção. A agência representa um número grande de clientes como os atores Denzel Washington e Russell Crowe, e os produtores J.J Abrams e Michael Bay. Na semana passada, a companhia assinou um contrato com a antiga Secretária de Estado Condoleeza Rice.
Davis assinala que agências como a William Morris sempre foram ativas em cultivar criadores para projetos originais na internet.
Ele afirma que alguns dos talentos das mídias tradicionais estão procurando se expandir na web. Davis ainda diz que as pessoas sabem que a monetarização desse conteúdo ainda não está correta, mas também percebem o grande potencial que as mídias digitais possuirão quando o negócio amadurecer.
Fonte: The New York Times
Tradução: Raissa Coppola
sexta-feira
Sarney diz que pretende divulgar trabalhos pelo YouTube
O político José Sarney (PMDB-AP), eleito presidente do Senado na última segunda-feira (02/fev), afirmou na sessão de abertura dos trabalhos do Congresso Nacional que pretende ampliar a divulgação das realizações da Casa pela Internet.
Entre os veículos de divulgação possíveis, Sarney citou o YouTube, site de compratilhamento de vídeos, por armazenar e permitir uma ampla variedade de vídeos, informou a Agência Senado.
Fonte: Portal Imprensa
Entre os veículos de divulgação possíveis, Sarney citou o YouTube, site de compratilhamento de vídeos, por armazenar e permitir uma ampla variedade de vídeos, informou a Agência Senado.
Fonte: Portal Imprensa
Papa usa YouTube para criticar web
O canal do papa Bento XVI no YouTube serviu para o pontífice disparar críticas ao abuso da web.
Em vídeo postado pelo Vaticano, o líder da igreja católica disse que o uso da internet deve ser feito com moderação. O ex-cardeal Joseph Ratzinger fez alusão ao isolamento do mundo real que as novas tecnologias podem causar.
Já o uso com equilíbrio, defende o papa, pode fazer da internet uma ferramenta poderosa para unir pessoas de diferentes países e culturas e incentivar a solidariedade.
Em seus vídeos, Ratzinger evoca os católicos para dois aspectos que Sua Santidade considera muito importantes no mundo contemporâneo: a destruição do meio-ambiente e a crescente concentração de renda.
Segundo Bento XVI, a atual crise global mostra que o dinheiro pode desaparecer a qualquer momento e não é, por tanto, um valor seguro para confortar os homens. O papa classificou como “imoral” e “vergonhosa” a exclusão de bilhões de seres humanos do acesso a bens de consumo.
Fonte: INFO Plantão
Em vídeo postado pelo Vaticano, o líder da igreja católica disse que o uso da internet deve ser feito com moderação. O ex-cardeal Joseph Ratzinger fez alusão ao isolamento do mundo real que as novas tecnologias podem causar.
Já o uso com equilíbrio, defende o papa, pode fazer da internet uma ferramenta poderosa para unir pessoas de diferentes países e culturas e incentivar a solidariedade.
Em seus vídeos, Ratzinger evoca os católicos para dois aspectos que Sua Santidade considera muito importantes no mundo contemporâneo: a destruição do meio-ambiente e a crescente concentração de renda.
Segundo Bento XVI, a atual crise global mostra que o dinheiro pode desaparecer a qualquer momento e não é, por tanto, um valor seguro para confortar os homens. O papa classificou como “imoral” e “vergonhosa” a exclusão de bilhões de seres humanos do acesso a bens de consumo.
Fonte: INFO Plantão
Google nega lucros com canal do Vaticano
O Papa Bento XVI é a mais nova celebridade do YouTube, serviço de streaming de vídeos do Google. O pontífice vem aconselhando os jovens a utilizarem a web de forma inteligente e não para se isolarem da vida real.
O canal do Vaticano vai transmitir vídeos de notícias a respeito das atividades do Papa de 81 anos de idade, além de curiosidades acerca do próprio Vaticano e eventos católicos. A princípio, todo o conteúdo terá aúdio e textos em inglês, castelhano, alemão e italiano.
Todo dia, uma gravação inédita de cerca de dois minutos será publicada. Esses vídeos serão produzidos pelo centro de televisão do Vaticano e por jornalistas da Rádio do Vaticano.
Henrique de Castro, diretor de vendas na Europa e de soluções de mídia do Google, que controla o YouTube, garantiu que a companhia não pretende lucrar com o novo empreendimento em parceria com o Vaticano.
“Nosso objetivo é atrair as pessoas para o nosso site”, ele declarou.
O canal do Vaticano não exibirá anúncios e conterá links para diversas páginas católicas.
Fonte: INFO Plantão
O canal do Vaticano vai transmitir vídeos de notícias a respeito das atividades do Papa de 81 anos de idade, além de curiosidades acerca do próprio Vaticano e eventos católicos. A princípio, todo o conteúdo terá aúdio e textos em inglês, castelhano, alemão e italiano.
Todo dia, uma gravação inédita de cerca de dois minutos será publicada. Esses vídeos serão produzidos pelo centro de televisão do Vaticano e por jornalistas da Rádio do Vaticano.
Henrique de Castro, diretor de vendas na Europa e de soluções de mídia do Google, que controla o YouTube, garantiu que a companhia não pretende lucrar com o novo empreendimento em parceria com o Vaticano.
“Nosso objetivo é atrair as pessoas para o nosso site”, ele declarou.
O canal do Vaticano não exibirá anúncios e conterá links para diversas páginas católicas.
Fonte: INFO Plantão
Assista vídeos do YouTube e Google Video no Gmail Chat
O Google anunciou (21/jan/09) a implementação de uma nova funcionalidade no Gmail Chat que permite assistir vídeos do YouTube e Google Video na própria janela de conversação.
Para desfrutar da novidade, basta simplesmente enviar a url de um vídeo enquanto conversa com seus contatos dentro do Gmail.
Em outras palavras, você não tem mais desculpas para ficar "away" enquanto assiste seus vídeos.
Fonte: Google Discovery
Para desfrutar da novidade, basta simplesmente enviar a url de um vídeo enquanto conversa com seus contatos dentro do Gmail.
Em outras palavras, você não tem mais desculpas para ficar "away" enquanto assiste seus vídeos.
Fonte: Google Discovery
quinta-feira
YouTube libera migração de anúncios
O YouTube está próximo de permitir que poucos parceiros de peso, como a rede de TV CBS, possam colocar os próprios anunciantes em seus vídeos e canais.
De acordo com reportagem do INFO Plantão, a notícia foi lançada exclusivamente ontem pelo blog TechCrunch, ontem (21/jan/09).
As companhias privilegiadas poderão transferir seus anúncios para vídeos que os usuários fizerem upload, por meio do recurso Content ID, que reconhece a origem autoral da mídia.
Apenas 4% dos vídeos postados no site são parceiros de companhias, segundo levantamento do Wall Street Journal em julho de 2008. De lá para cá, as coisas parecem não ter mudado muito.
Há meses o YouTube está buscando acordos com redes de televisão e estúdios de cinema de Hollywood para oferecer um conteúdo mais profissional ao site, afinal a imagem de ser um site feito por colaborações de 'amadores' espanta os anunciantes'. Eles, por sua vez, buscam outros publicadores similares e com mais mídias oficiais, como é o caso do americano Hulu.
Por fim, acordos no final do ano passado não promoveram grandes resultados, mas ajudaram a melhorar a imagem do site, como na parceria com a MGM. Apesar disso, em dezembro passado o YouTube encerrou o acordo com a gravadora Warner, que pediu para todas as suas mídias fossem retiradas do site.
*Informações do INFO Plantão
De acordo com reportagem do INFO Plantão, a notícia foi lançada exclusivamente ontem pelo blog TechCrunch, ontem (21/jan/09).
As companhias privilegiadas poderão transferir seus anúncios para vídeos que os usuários fizerem upload, por meio do recurso Content ID, que reconhece a origem autoral da mídia.
Apenas 4% dos vídeos postados no site são parceiros de companhias, segundo levantamento do Wall Street Journal em julho de 2008. De lá para cá, as coisas parecem não ter mudado muito.
Há meses o YouTube está buscando acordos com redes de televisão e estúdios de cinema de Hollywood para oferecer um conteúdo mais profissional ao site, afinal a imagem de ser um site feito por colaborações de 'amadores' espanta os anunciantes'. Eles, por sua vez, buscam outros publicadores similares e com mais mídias oficiais, como é o caso do americano Hulu.
Por fim, acordos no final do ano passado não promoveram grandes resultados, mas ajudaram a melhorar a imagem do site, como na parceria com a MGM. Apesar disso, em dezembro passado o YouTube encerrou o acordo com a gravadora Warner, que pediu para todas as suas mídias fossem retiradas do site.
*Informações do INFO Plantão
terça-feira
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