quarta-feira

9,8 milhões de brasileiros veem TV pela web de casa

"Internautas-espectadores" é a definição da classe que vem chamando atenção na web brasileira. O conteúdo da TV, anteriormente preso à ela, migra cada vez mais para a internet e impulsiona o crescimento da quantidade de adeptos no Brasil.

Pesquisa divulgada pelo Ibope/Nielsen Online confirma que em março deste ano os portais brasileiros que transmitem vídeos oficialmente pela web atraíram 9,8 milhões de internautas residenciais. O número equivale a 39,5% dos internautas brasileiros que acessam a rede em casa, diz o Instituto.

A audiência de TV online em março aumentou 17% em relação a fevereiro deste ano. O crescimento é também constatato quando a comparação é relativa aos últimos 12 meses. Em março de 2008, o país tinha 8,6 milhões de internautas-espectadores, ou seja, um aumento de 12% na audiência. A indormação foi confirmada pelo analista de internet do Ibope, José Calazans.

De acordo com pesquisa realizada pela Deloitte, os brasileiros gastam 3 vezes mais tempo na web do que em frente à TV.

_Informações: IDG Now!

Entrevista com Rodrigo Cerveira


[29/abr/09]





Giovanni+DraftFCB comemora 35 anos


[29/abr/09]





Disney vira sócia do Hulu

A Walt Disney anunciou que vai comprar uma parte do site de vídeos Hulu, da NBC Universal.

Com o acordo, a empresa será sócia do portal, apontado como ameaça ao reinado do YouTube, apesar de oferecer vídeos com alta qualidade, ao contrário do site de vídeos do Google.

De acordo com o negócio, os episódios da rede ABC, da Disney, poderão ser assistidos no Hulu. Entre as séries disponíveis estarão: Grey's Anatomy e Lost. Agora, a Walt Disney é a única sócia de três grandes companhias no projeto, NBC Unviersal, News Corp e Providence Equity Partners.

O Hulu foi lançado no ano passado. Segundo dados da consultoria comSore, ele obteve o terceiro maior número de acesso nos EUA neste mês, com 2,6% do total chegando a 380 milhões de visitas. Por outro lado, o Google continua líder com 5,9 bilhões e o YouTube detém mais de 99% do mercado.

Os valores da transação não foram divulgados.

(As nformações são da Folha Online)

terça-feira

Nova programação popular no SBT


[28/abr/09]













Você já ouviu falar do YouTube RealTime?

O YouTube criou um recurso de rede social chamado RealTime. Ele já existe há uma semana, mas quase ninguém sabe do que se trata. O mérito é todo do marketing do Google.

Os engenheiros de Mountain View desenvolveram uma característica que permite adicionar amigos no YouTube e, ao entrar no site de vídeos, ver quais deles estão online e o que estão assistindo.

O nome RealTime é bem oportuno, afinal você checa o que seus colegas andam vendo e o que estão comentando sobre vídeos.

A ideia parece boa. Afinal, ninguém tem paciência de fuçar nos repositórios do serviço até achar algo bacana. As coisas mais legais sempre achamos graças ao MSN de um amigo, post no Twitter e outros mecanismos digamos, sociais, como recomendar o vídeo a um companheiro de mesa no bar.

No RealTime, você pode receber notificações cada vez que um amigo adiciona algo a sua lista de favoritos, comenta em algum vídeo ou sobe algo próprio para o YouTube.

A ideia no entanto permanece obscura graças ao método de divulgação do YouTube. Uns poucos usuários receberam um convite para adicionar o RealTime e só eles podem repassar outros convites. A ideia era criar um marketing viral. Até agora, o vírus não pegou.

Se pegar você, tenha cuidado. Ao mesmo tempo que é divertido “socializar” com os amigos, o RealTime cria uma brecha de privacidade enorme. Como explicar aos amigos do futebol que você assistiu todos os capítulos de Caminho das Índias no YouTube? E ainda postou um comentário dizendo que Bahuan está sendo injustiçado! Não que eu tenha feito isso. É só um exemplo, gente.

+Fonte: INFO Online blogs

Povo fala: Ronaldo em comercial de cerveja


[27/abr/09]

segunda-feira

Web cresce sem lucro nos países em desenvolvimento

Apesar de registrarem seus maiores crescimentos de audiência nos países em desenvolvimento, sites como YouTube e Facebook ainda não estão comemoram resultados do ponto de vista comercial. Mesmo sendo uma boa notícia, esse notável aumento no número de usuários também é uma das grande preocupações dessas e de outras empresas da web que dependem dos lucros com publicidade para sobreviver.

Segundo notícia publicada pelo New York Times, o motivo dessa contradição seriam os altos custos de operação dessas regiões. Em países como Índia, Brasil e Turquia, onde esse serviços já dobraram o número de usuários, as companhias precisam de mais servidores para que o conteúdo seja disponibilizado, mesmo que serviço da banda larga seja limitado. Além disso, essas regiões geram menores resultados com publicidade online.

Em sites de compartilhamento de vídeos e fotos, e nas redes sociais esse problema chega a ser mais grave. No último ano, o Veoh, portal de vídeos operado em San Diego, bloqueou seu serviço para os usuários da África, Ásia, América Latina e Europa Oriental.

Segundo Dmitry Shapiro, o executivo-chefe da companhia, esses usuários consomem muita capacidade dos servidores para pouco retorno financeiro. "Eu acredito em uma comunicação livre, mas essas pessoas são 'famintas' por este conteúdo. Eles se sentam e assistem, assistem, assistem. O problema é que isso consome a capacidade da banda. Além disso, é muito difícil obter receita a partir deles", completou Shapiro.

Baseados no modelo mundial de construção de grandes audiências globais com serviço gratuito e faturas pagas apenas com a publicidade, muito desses serviços sentiram a realidade da economia global. Mesmo existindo 1,6 bilhões de pessoas com acesso à internet no mundo, menos da metade delas possui renda suficiente para atrair grandes anunciantes.

Para Michelangelo Volpi, CEO do Joost, esse é um problema que toda empresa de internet tem. "Sempre que você tem uma grande quantidade de material sendo acessado pelos usuários, sua banda também está sendo utilizada na Ásia, no Oriente Médio, na América Latina, onde a banda larga é caro e as taxas de publicidade são ridiculamente baixas. Se as empresas de web realmente querem ganhar dinheiro, elas devem bloquear seus serviços em todos os países", completou Volpi.

Para não tomarem medidas drásticas, muitas empresas estão buscando formas diferentes para oferecer seus serviços nos países em desenvolvimento. Uma nova versão do MySpace está sendo desenvolvida para os países que possuem ligação com a internet mais lenta. Com 45% da sua audiência concentrada fora dos EUA, a nova versão do site deverá ser utilizada principalmente na índia, onde o serviço possui cerca de 760.000 usuários.

Já o YouTube e o Facebook, estudam diminuir a qualidade dos seus vídeos e fotos como forma de reduzir as despesas. De acordo com Tom Pickett, diretor de vendas e operações on-line no YouTube, a possibilidade de restrição de banda em certas regiçoes também não está descartada. "Podemos optar por definir um limite para o quanto estamos dispostos a pagar em custos de banda", disse Pickett.

Ainda assim, alguns empresários ainda lutam contra a idéia de restringir seus sites em grande parte do mundo. "A parte de mim que quer mudar o mundo diz, 'Isto é injusto, não deveria ser assim. Por outro lado, olhando pelo lado dos negócios, disponibilizar vídeos para todo o mundo é insustentável neste momento", completou Shapiro.

>Com informações do New York Times<

IV Mídia Café


[24/abr/09]

O evento que reúne os principais nomes da propaganda em um debate apimentado sobre a mídia está de volta. A IV edição do Mídia Café, evento promovido pela AUNICA the tagnology company com parceira exclusiva do Adnews, acontecerá em 19 de maio, no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Quinze renomados profissionais do mercado vão debater sobre o tema: "Publicidade, contexto e/ou conteúdo: quem manda na era digital?". Assuntos relacionados também serão abordados de forma a traçar um panorama completo sobre o setor no Brasil e no mundo.

O evento terá transmissão ao vivo pelo Adnews. Contará ainda com chat interativo para que os internautas possam opinar e enviar perguntas.

sexta-feira

YouTube à la Twitter

Fenômeno da web, o Twitter tem inspirado muitas redes sociais e portais. Dentro desse grupo está o Google, que até pouco tempo atrás ditava as regras na internet.

O YouTube embarcou na onda das mudanças e começa a testar uma ferramenta chamada de "Realtime". A novidade permitirá que o usuário exiba todas suas atividades dentro do site, como os vídeos assistidos e comentários feitos no portal, numa linha do tempo.

A ferramenta ainda está disponível para poucos usuários e o acesso só poderá ser feito por meio de convites, assim como no início do Gmail e Orkut.

*Informações: GigaBlog

Fusão entre as agências: Fischer América+Fala!


[24/abr/09]







quarta-feira

IPTV cresce menos na AL que em outras regiões

Um estudo realizado pela Pyramid Research mostrou que as expectativas para o mercado de IPTV na América Latina ficaram abaixo da média. De acordo com os dados divulgados pela empresa, o número de assinantes do serviço chega a apenas 0,01% das pessoas que possuem serviços de telecomunicações.

Realizado com 23 operadoras, que incluem a Telefônica e a Telmex/América Móvil, o estudo analisou o serviço das companhias na região. Além da baixa adesão, o levantamento da Pyramid mostrou que as adições líquidas têm registrado seu pior desempenho no mercado latino.

Para analistas da empresa de pesquisas, a demanda por TV paga na região mantém percentuais baixos diante da média de outros países. Por isso, as teles ainda buscam maneiras de atender esse mercado, uma vez que este não se enquadra no perfil do IPTV.

Já no mercado brasileiro, a legislação também impede que o serviço seja prestado por concessionárias de telecomunicações, exceto no caso de videos on demand.

A pesquisa ainda concluiu que o mercado de IPTV não deixará de ser um nicho até 2012. O levantamento estimou que até lá o serviço já respoderá por cerca de 5% do segmento de TV por assinatura. Além disso, a expectativa é de que a região conte com mais de 4,4 milhões de assinantes até 2014, quando deverá estar presente em 2,6% dos domicílios.

>Com informações do Telecom Online

Samsung apresenta novidades


[23/abr/09]











sexta-feira

YouTube terá concurso global para levar profissionais a Cannes

Organizadores do Young Lions anunciaram uma parceria inédita com o YouTube. A ação visa a promover uma competição global que escolherá dois jovens profissionais de criação para participar gratuitamente no Cannes Lions 2009 e competir no Young Lions Film.

Segundo comunicado enviado, a parceria é de grande importância para o Festival, pois proporcionará grande exposição do evento no YouTube e cobertura da mídia internacional.

A competição é aberta a pessoas com até 28 anos de idade e terá início no próximo dia 23 de abril. Os vencedores do Young Lions Film de ouro de 2008 (Argentina) lançarão a promoção em um vídeo especial que ainda está em fase de produção. Nas três semanas seguintes haverá um esforço massivo de divulgação por parte do YouTube e do Cannes Lions para promover a competição.

Às 12 horas do dia 15 de maio, uma instituição de caridade global divulgará um briefing no link: www.youtube.com/canneslions. Com esse material, eles terão apenas 48 horas para criar um anúncio de 60 segundos. Assim que a competição se encerrar, à meia-noite do dia 17 de maio, cada participante terá duas semanas para gerar o maior número de acessos para seu comercial.

Um júri, formado por profissionais do YouTube, selecionará os dois melhores anúncios com base em critérios de criatividade, número de acessos e notas dadas ao vídeo. Os dois vencedores ganharão uma viagem para Cannes com todas as despesas pagas para concorrer no Young Lions Film Competition 2009, representando a equipe YouTube.

Os participantes da equipe não se conhecerão até se encontrarem pela primeira vez em Cannes. A organização do festival informa que essa nova oportunidade não interferirá com as competições nacionais que já estão acontecendo.

Entrevista com Thiago Moraes


[22/abr/09]





YouTube vai exibir conteúdos completos nos EUA

O YouTube anunciou nesta quinta-feira (16/abr), um acordo com as produtoras de filmes e programas de televisão: Crackle, CBS, MGM, Lionsgate e Starz para disponibilizar no site todo o conteúdo dessas empresas.

O anúncio oficial foi feito no blog do YouTube e afirma que o desejo do site é oferecer vários tipos de vídeos para os usuários, conteúdos que vão de blogs caseiros até o jornalismo cidadão, além de vídeos de filmes e músicas na íntegra.

A parceria anunciada recentemente entre o YouTube e a Disney para disponibilizar vídeos da ABC e ESPN não vão permitir a visualização de programas inteiros. Já o possível acordo com a Sony para exibir conteúdos completos, ainda não foi realizado.

O YouTube vai colocar duas guias para exibir os novos conteúdos, como a opção "Shows" que permite a navegação nos programas de televisão pelo canal, título, popularidade e tipo. Além disso, a guia "Subscriptons" que servirá para usuários cadastrados acessarem seus vídeos preferidos.

O novo serviço será restrito, inicialmente, aos EUA, entretanto, o YouTube já afirmou que pretende expandir o serviço rapidamente.

-> Com informações do IDGNow!

20 anos de Play It Again


[22/abr/09]











YouTube Shows terá séries e filmes completos

O YouTube está expandindo seu acervo de filmes na íntegra e de episódios de séries de TV completos, além de oferecer um novo serviço de publicidade online e formar parcerias com mais 12 provedores de conteúdo.

Os vídeos de longa duração serão hospedados na página YouTube Shows e receberão a classificação “Shows” quando acessados pela home do serviço de streaming de conteúdo.

“Esse é o primeiro passo de uma ampla colaboração”, declarou Shiva Rajaraman, gerente de produto do Google.

Além de alianças com a Sony, o Lions Gate Entertainment, a CBS Corp, o Metro-Goldwyn-Mayer e a Liberty Media, o YouTube contará a partir de agora com o apoio de outros estúdios e empresas, como a Discovery Communications, a National Geographic e a SnagFilms LLC, entre outros.

*Fonte: INFO Plantão

Entrevista com Paulo Sanna


[17/abr/09]





quinta-feira

Tecnisa lança canal exclusivo no Youtube

A Tecnisa inaugurou em abril seu canal exclusivo no Youtube. Ao acessar, o internauta encontrará, em um único local, mais de 100 vídeos, postados pela construtora desde 2006, e que tratam de ações sociais, entrevistas com executivos, projetos diferenciados e lançamentos de empreendimentos imobiliários.

“O Youtube é mais um canal da Internet que usamos para aumentar a visibilidade da
marca Tecnisa no meio online”, explica o diretor de Marketing da Tecnisa, Romeo
Busarello.

Além do Youtube, a Tecnisa utiliza o Twitter, Facebook, Slideshare, além do blog como ferramentas
complementares de propagação da marca na Web.

Índice de Confiança em Marcas


[17/abr/09]











Reprodução de vídeos online cresce em março

A reprodução de vídeos em computadores norte-americanos cresceu, cerca de 9,6 bilhões de vídeos foram vistos somente no mês de março. O crescimento foi de 38,8%, quando comparado ao mesmo período de 2008.

Os dados são da Nielsen, divulgados nesta terça-feira (13.abr.09), e apontam que 130 mil pessoas assistiram vídeos no YouTube, Hulu, Yahoo Video e MySpace Video, e também que cada norte-americano assiste por mês 74,4 vídeos.

O YouTube ainda é o líder do segmento com 5,4 milhões de vídeos reproduzidos em março. O Hulu, que surgiu de uma parceria da NBC Universal e a Fox, é o vice-líder com 348 milhões. Em seguida está o Yahoo com 231 milhões de vídeos e o quarto colocado é o Myspace da Fox Interactive Media com 207 milhões.

(Com informações do IDGNow!)

Projeto Parque Imigrantes


[16/abr/09]





quarta-feira

Orquestra do YouTube prepara estreia no Carnegie Hall

A orquestra internacional formada por cerca de 90 músicos selecionados pelo site de vídeo YouTube se apresentará no Carnegie Hall, em Nova York, nesta quarta-feira, depois de três dias de ensaios.

Oriundos de mais de 30 países, entre os quais o Brasil, os membros da orquestra do YouTube ensaiaram para o concerto em suas casas, recebendo lições online de alguns dos mais famosos músicos mundiais. Eles se encontraram pela primeira vez no domingo (12/abr/09).

"Todo mundo na orquestra tem claramente grande experiência em seus instrumentos", disse Michael Tilson Thomas, o maestro premiado com o Grammy que regerá a apresentação. "Alguns deles são músicos com grande experiência de trabalho conjunto, em música de câmara e orquestral, e outros têm menos experiência", disse o maestro, que dirige a sinfônica de San Francisco.

"Alguns deles praticam outras profissões, são físicos, jogadores de pôquer e analistas financeiros."

A apresentação incluirá trabalhos de Gabrieli, Bach, Mozart, Brahms, Villa Lobos e John Cage, bem como a Sinfonia Número 1 para Internet "Eroica", composta por Tan Dun.

"Trata-se de uma forma moderna de um antigo casamento arranjado, intermediada pelo Google e YouTube", disse Dun. "É um sonho realizado."

A orquestra foi montada depois que mais de 3 mil audições online foram submetidas em dezembro e janeiro. Jurados de algumas das principais orquestras mundiais reduziram o número a 200 candidatos, e os vencedores foram escolhidos pelos usuários do YouTube, controlado pelo Google.

O canal da YouTube Symphony Orchestra foi assistido mais de 15 milhões de vezes desde seu lançamento em dezembro, por pessoas de mais de 200 países e territórios, informou o YouTube.

Um vídeo do concerto estará disponível no YouTube na quinta-feira (16/abr/09).

Fonte: Reuters

terça-feira

Roberto Justus fala sobre o Grupo Newcomm


[15/abr/09]

Google desabilita YouTube na Coréia do Sul

Os sul-coreanos não conseguem comentar ou fazer uploads de vídeos no YouTube. A medida foi tomada hoje (13/abr/09) pelo Google.

A empresa foi obrigada a fazer isso devido a uma lei aprovada pelas autoridades da Coréia do Sul, que prevê que todos os sites com mais de 100 mil visitantes únicos por dia obriguem os usuários a fornecer seus nomes reais e seus registros nacionais antes de postar vídeos e comentários.

O YouTube deixa bem claro sua postura de “abrir uma fresta” para o usuário do país contornar a lei. Basta mudar para uma versão não-coreana na página inicial que todos os recursos de antes, como comentar e subir vídeos, estarão disponíveis.

O governo coreano ainda não se pronunciou a respeito da medida do Google, que alega ser importante a conservação do direito de ter uma identidade anônima na rede.

Ironicamente, no Brasil, por meio do Orkut, o Google não permite mais que usuários anônimos postem em comunidades, alegando o crescimento desenfreado de spams e comentários abusivos nos fóruns de debate.

Fonte: : INFO Online

segunda-feira

VIII Conferência de Integração Empresarial


[14/abr/09]









Orquestra do YouTube estreia com toque brasileiro

A brasileira Larissa Ferreira está entre os 90 músicos que formam a Orquestra Sinfônica do YouTube, organizada pelo site de vídeos e que tem estreia programada para esta quarta-feira (15.abr.09), no Carnegie Hall, em Nova York.

Larissa foi aprovada nos testes online, que reuniram cerca de 3 mil participantes. No processo seletivo, os músicos tinham que postar um vídeo no qual interpretavam uma canção de Tan Dun, vencedor do Oscar de melhor trilha sonora por "O Tigre e o Dragão".

Quase todos os artistas já estão na cidade americana para participar do evento, que será dirigido por Michael Tilson Thomas.

"Este projeto nos deu a oportunidade de conferir as habilidades, vidas e paixões de milhares de músicos de todo o mundo. Agora desejamos conhecê-los pessoalmente para interpretar um repertório eclético de peças e celebrar a variedade de músicas que compartilhamos", disse o diretor em comunicado.

A página com informações sobre a seleção teve cerca de 12 milhões de acessos, de usuários de mais de 200 países. O processo estava aberto a músicos profissionais e amadores.

O júri foi formado por membros das orquestras de Londres, Berlim, Hong Kong, Sydney, San Francisco e Nova York.

->Fonte: EFE

Google desativa uploads e comentários no YouTube coreano

O Google decidiu desativar o serviço de postagem de comentários e uploads no portal do YouTube da Coréia em resposta à nova lei que exige que o nome verdadeiro e o número da carteira de identidade do autor das postagens seja fornecido.

A medida foi aprovada após o suicídio da atriz coreana Choi Jin Sil, ocorrido em outubro do último ano. Na época, a artista sofreu bullying virtual com a publicação de boatos e mensagens ofensivas sobre supostas dívidas que ela teria.

Em vigor desde o início do mês (abril), a decisão legal passou também a valer para todos os sites com mais de 100 mil visitantes diários, que devem exigir o preenchimento de dados dos internautas que quiserem fazer publicações de materiais ou informações.

Segundo o jornal ZDNet, no entanto, o sistema de verificação poderia ser driblado se os internautas fizessem upload de arquivos ou deixassem comentários ao "escolher uma versão de um país diferente" para fazer a postagem.

Embora a versão coreana do YouTube responda por apenas 5% da audiência total do site, o Google, que detém os direitos do site de vídeos, contra-argumentou que "é a favor da liberdade de expressão."

_Fonte: Terra Tecnologia

Entrevista com Guilherme Azevedo


[13/abr/09]







Novo site de vídeos é o "YouTube dos museus"

Para programas antigos de TV, existe o Hulu. Para aulas universitárias, o iTunes U. Agora, para vídeos sobre arte, existe o ArtBabble, site criado pelo Museu de Arte de Indianápolis que oferece vídeos de fontes como o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e a série Art:21, da rede de TV pública PBS.

Nos últimos anos, enquanto os museus tentam tirar vantagem da internet a fim de se aproximar das audiências jovens, vêm produzindo número crescente de vídeos, de entrevistas com artistas a imagens de montagem de instalações e exposições, passando por perfis curtos dos curadores, especialistas e até mesmo guardas de museu. A maioria das instituições apresenta esses vídeos em seus sites e em sites como o YouTube ou blip.tv. Mas até agora não existia um serviço central dedicado a vídeos de arte na web.

O site artbabble.org, que começou a operar na última semana, quer mudar essa situação. O museu de Indianápolis convidou diversas instituições para o estágio inicial, entre as quais a Biblioteca Pública de Nova York, o Museu Smithsonian de Arte Americana, o Museu de Arte do Condado de Los Angeles e o Museu de Arte Moderna de San Francisco. Em longo prazo, a esperança do site é acrescentar mais instituições e se tornar "o destino básico para conteúdo de arte online", disse Daniel Incandela, diretor de novas mídias do museu de Indianápolis, em entrevista.

Em sites como o YouTube, uma entrevista de artista pode ser perder entre "os vídeos de música, os vídeos de humor e o conteúdo mais viral, mais imediato", acrescentou Incandela. Tampouco existe maneira fácil de navegar pelo conteúdo online de múltiplos museus, e até recentemente não havia vídeos de alta definição disponíveis.

A maioria dos vídeos do ArtBabble tem alta definição. O projeto do site é simples e o objetivo evidente é atrair os não-especialistas, com balões de fala que ostentam citações fortes e, quando clicados, conduzem a vídeos relacionados. (Um falso verbete de dicionário define "ArtBabble" como "um lugar no qual todo mundo está convidado a participar de uma discussão constante e aberta - diploma em arte não é necessário".)

A característica mais incomum do serviço são as "notas" que acompanham cada vídeo. Elas são mostradas em uma janela à direita da tela, e oferecem links para sites com material relacionado. Por exemplo, em entrevista com o artista Robert Irwin, quando o artista menciona os escultores Mark di Suvero e Richard Serra, as notas oferecem links aos verbetes da Wikipédia sobre os dois. Uma referência aos jardins que Irwin projetou para o Centro Getty em Los Angeles conduz ao site do centro e a um vídeo sobre os jardins no YouTube. Os representantes de diversas das instituições parceiras disseram estar entusiasmados quanto a esse recurso de notas e seu potencial.

"Podemos oferecer a um usuário online a oportunidade de escapar por inúmeras tangentes", disse Joshua Greenberg, diretor de estratégia digital da Biblioteca Pública de Nova York. "Isso se enquadra à premissa central da biblioteconomia: não basta colocar alguma coisa nas mãos de alguém; também é preciso contextualizar".

As despesas de hospedagem e outros custos do ArtBabble estão sendo cobertos pelo museu de Indianápolis, com a ajuda de uma doação de US$ 50 mil da Ball Brothers Foundation. (O uso do site é gratuito.) Caso o serviço ganhe popularidade, o museu procurará patrocínio empresarial, disse Maxwell Anderson, o diretor do museu. Anderson afirmou que o objetivo do projeto, e das produções de vídeo do museu, era permitir que os visitantes "experimentem a vida dos museus", quer por meio de perfis de funcionários, visitas a estúdios de artistas ou imagens de restauradores trabalhando em peças do acervo. A vantagem de criar um site colaborativo é óbvia, ele diz: "A força e a potência da idéia como site compartilhado é muito maior do que se trabalhássemos um museu por vez".

O museu de Indianápolis vem sendo pioneiro no uso da internet a fim de prover maior transparência quanto às operações da instituição. Uma seção de seu site (imamuseum.org), chamada Dashboard, oferece informações atualizadas sobre o valor do fundo que sustenta o museu, o número de visitantes e o consumo diário de energia.

Incandela reconhece que o sucesso do ArtBabble dependerá em última análise da capacidade do museu de Indianápolis para atrair a adesão de outras instituições.

Fora dos Estados Unidos, um grande museu que dedica recursos consideráveis à produção de vídeos é a Tate Gallery, no Reino Unido. Em colaboração com a British Telecom, a Tate oferece centenas de vídeos em seu site, que incluem visitas a estúdios de artistas como Jeff Koons e Gilbert & George a imagens de arquivo do pintor Francis Bacon. Em entrevista por telefone, Will Gompertz, diretor da Tate Media, a divisão do museu que supervisiona a produção de vídeos, diz que não conhecia o projeto ArtBabble, mas, com base na descrição que fiz, acha que a idéia é muito boa.

"A Tate ficaria deliciada" em veicular seus vídeos em um site como o ArtBabble, disse Gompertz, acrescentando que "neste novo mundo, nada pode ser realizado sem ajuda".

>Fonte: The New York Times

Leandro Kenski apresenta a Media Factory


[13/abr/09]







quinta-feira

YouTube e Universal se unem em site de vídeos musicais

O YouTube, site de vídeos que pertence ao Google, e o Universal Music Group, maior gravadora do mundo, disseram nesta quinta-feira (09 de abril) que lançarão em conjunto um site de vídeos musicais, à medida que as empresas tentam aumentar as receitas a partir da grande audiência do YouTube.

O novo site se chamará Vevo e espera-se que seja lançado nos próximos meses, afirmaram as companhias. Os planos para o Vevo se somam à renovação e a extensão de acordos de diretos do YouTube para lançar conteúdos em vídeo de artistas contratados da Universal, como U2, 50 Cent e Kanye West.

A Universal Music pertence ao grupo de mídia francês Vivendi.

O Vevo será um site premium de vídeos musicais online, idealizado para oferecer vídeos em qualidade mais alta, opondo-se àqueles amadores exibidos no YouTube com aparência muitas vezes granulada. A idéia é que o Vevo atraia grandes campanhas publicitárias e outros provedores de conteúdo.

A Universal e o YouTube dividirão as receitas publicitárias geradas pelo Vevo. As duas empresas apostam que a construção de um site musical mais sofisticado ajudará a aumentar a receita publicitária. Muitas marcas importantes têm evitado anunciar no YouTube porque ele oferece uma mistura de vídeos profissionais e amadores, feitos pelos próprios usuários.

O Vevo também funcionará como uma plataforma de associações, à medida que a Universal e o YouTube devem expandir o alcance da marca Vevo, disseram as companhias.

*Fonte: Reuters

Lançamento EUTV


[09/abr/09]









Filme mais antigo do mundo chega à web

Junto com o lançamento do seu canal oficial no YouTube, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos publicou o primeiro registro em película filmado do mundo no portal.

Datado de 7 de janeiro de 1894, o filme de 23 segundos mostra um homem espirrando. Além desse, também foram publicados outros 70 títulos com mais de 100 anos.

De acordo com o diretor de comunicações da Biblioteca do Congresso, Matt Raymond, o canal ainda está apenas no começo. "Ainda não colocamos todos no canal, vamos fazer isso aos poucos", ressaltou Raymondo no blog oficial da instituição.

Assim como outros órgãos do governo, a biblioteca tem procurado migrar para novas mídias com o objetivo de abrir seus conteúdos para o público. Entre outros projetos, está a distribuição de conteúdo por meio de iTunes.

*Informações da Folha Online

Flávio Conti fala sobre 2009 para a DPZ


[09/abr/09]

quarta-feira

Google perde US$ 470 milhões por causa do YouTube

O Google perderá em 2009 cerca de US$ 470 milhões, o equivalente a 365 milhões de euros, por causa do YouTube. A informação é do jornal espanhol El País, baseada na análise do analista Spencer Wang, da CreditSuisse.

O portal de vídeos mais popular da internet ainda sofre com a contradição de ser sucesso de audiência, mais de 100 milhões de usuários durante o mês de janeiro nos EUA, e um modelo de negócios que ainda não é rentável.

Recentemente, o YouTube fechou uma parceira com a Disney para exibir vídeos da companhia. O acordo envolveria videoclipes da Disney e conteúdo da ESPN. E nesta segunda-feira (06/abr/09) também foi divulgada outra parceria com a Sony, para exibir filmes completos no site de vídeos.

A pergunta é se o Google, que exerce um monopólio de fato no mercado publicitário na internet, não é capaz de gerar benefícios com a publicidade do seu próprio portal de vídeos, quem poderá fazer?

Segundo os cálculos realizados pela firma Credit Suisse, o YouTube não consegue cobrir o que paga por royaltes, nem mesmo com a sua receita publitária (US$ 182 milhões por 191). Ainda é preciso somar os US$ 399 milhões que ele paga pela largura de banda na web consumida por seus 100 milhões de usuários espalhados pelo mundo.

Um canal de distribuição

De qualquer forma, o gigante da internet continua com sua aposta no vídeo na internet e negocia com a Sony Pictures para converter o portal em mais um canal de distribuição de filmes do estúdio. Desta maneira, o YouTube poderia oferecer um serviço de vídeo onde os usuários pagariam para assistir uma série de conteúdos Premium.

A companhia já firmou acordos com outras páginas, como o Hulu, mas dificilmente poderá oferecer ao YouTube mais do que 15 filmes com exclusividade. Além disso, a Sony conta com sua própria página de vídeos, a crackle.com, onde os usuários podem ver alguns filmes e seu futuro é tornar-se o canal online da Sony.

Talvez, como aponta o site News.com, o erro do Google tenha sido ignorar os pedidos de Hollywood para controlar seus conteúdos sujeitos a direitos autorais, que os usuários colocavam no site de vídeos. As principais empresas tiveram tempo para pensar e encontrar seus próprios modelos de distribuição online.

A história poderia se repetir, dessa vez com os meios de comunicação, que vêem como o Google arrecada milhões e milhões de euros graças aos conteúdos que eles geram.

A defesa da gigante companhia digital parece clara e insiste mais uma vez: eles trabalham como intermediários e oferecem aos produtores de conteúdo milhões de visitas a cada mês. Sem essa intermediação, os usuários nunca conseguiriam chegar a esses sites.

Contudo, a paciência dos geradores de conteúdo parece ter chegado ao fim. Primeiro, foram os jornais belgas que conseguiram que suas notícias não aparecessem no Google News, posteriormente, a imprensa francesa pediu ao gigante da internet, um acordo para compartilhar as receitas publicitárias.

Agora, o magnata da comunicação Rupert Murdoch e a agência Associated Press. O primeiro ataque foi contra o modelo de negócios do Google News, o segundo, foi ainda mais longe, e anunciou que vão entrar com ações legais contra quem utilizar suas informações sem pagar o preço correspondente.

_Fonte: El País

Jurados brasileiros de Cannes Lions 2009


[07/abr/09]

terça-feira

"Velha mídia" contra-ataca e ameaça reinado do YouTube

A disseminação de conteúdo gratuito na web acordou grandes gigantes da mídia. Depois de um sono que durou anos, a chamada "velha mídia" americana decidiu apostar, mesmo que tardiamente, na onda que atrai cada vez mais audiência e parece ser o filão do momento. E o resultado desta incursão tem sido positivo, como mostra análise feita por Daniel Lyons, colunista de tecnologia da revista Newsweek.

Lyons foca seu estudo no site de vídeos Hulu, comandado pela News Corp, tradicional grupo de mídia nos EUA, dono da Fox e NBC Universal, entre outros títulos. Segundo ele, o sucesso do site detona a tese de muito comentada no início da web de que "caras da velha mídia não sabem 'fazer' a internet". Hoje, o Hulu desponta como concorrente à soberania do YouTube, mais popular site de vídeos na internet.

"Diferentemente do YouTube, o Hulu mantêm vídeos com conteúdo autorizado, como apresentações da NBC, Fox e outras. E também possui ótima tecnologia, uma interface limpa e de manuseio simples, e uma ferramenta de buscas inteligente. Atualmente, apenas um ano depois do seu lançamento, o Hulu ganhou vantagem", afirma Lyons.

Audiência X Faturamento

A comparação vai além. Se por um lado, o YouTube é bem superior em termos de audiência (89,5 milhões contra alguns milhões), por outro, em termos de receita, o Hulu se sai melhor, de acordo com Lyons. Embora a informação não seja confirmada pelas empresas, dados da Screen Digest mostram que o Hulu teve US$ 65 milhões de investimentos com propagandas nos EUA, dos quais US$ 12 milhões se converteram em lucro líquido. Já o YouTube, gerou US$ 114 milhões, mas sem nenhum lucro.

A expectativa da Screen é que a renda do Hulu cresça US$ 175 milhões nos EUA e que o faturamento do YouTube aumente pouco. De fato, o site da News Corp tem mais espaço para publicidade: comercializa 100% do que tem enquanto o site de vídeos do Google disponibiliza somente 3% a 4%.

Apesar de todo este histórico, o Hulu insiste em dizer que não compete com o YouTube. Mas, na visão de Lyons, independente disso, a ameaça do modelo de conteúdo gratuito na web é real e já tem vítimas pré-selecionadas. "De fato, as reais vítimas talvez sejam as companhias de TV a cabo. Por que pagar US$ 100 por mês para uma assinatura de TV a cabo quando você pode ter muito mais conteúdo on-line, sem nenhum custo? Filmes e programas de TV estão submergindo com a internet. Qual a lição disso? Talvez aqueles caras da velha mídia ainda saibam como capturar uma audiência e fazer dinheiro com isso", resume Lyons.

*Com informações de Daniel Lyons, da Newsweek

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[06/abr/09]